quarta-feira, 7 de abril de 2010

AS CRIANÇAS ÍNDIGO



Período de conhecimento, estudos e reflexão, este momento da minha vida está me ensinando muitas coisas: sou uma pessoa forte, especial e extremamente iluminadora. Por acaso, me indicaram a leitura do livro Crianças índigo de Le Carrol e minha identificação foi tanta que não achei justo não partilhar com vocês essas informações tão sublimes.



No site Wikipedia encontrei a seguinte definição:

Chamam-se crianças índigo a certos seres que, supostamente ao nascer, trouxeram características que os diferenciam das crianças normais, tais como a intuição, a espontaneidade, a resistência à moralidade estrita e restritiva, e uma grande imaginação, avolumando-se frequentemente também entre tais capacidades, os dons paranormais, embora estes dons não sejam usualmente do conhecimento da própria criança. As crianças índigo podem ser vistas como uma espécie de milenarismo, em que se acredita que tais seres mudarão o mundo trazendo-o até um estado mais espiritual e menos estritamente moralizado.

Há que notar que uma boa quantidade das crianças índigo são classificadas de hiperactivas ou disgnosticadas com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, o que explicaria em boa parte o crecente interesse de pais e educadores por este assunto.



CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:

As crianças índigo apresentariam uma série de atributos sensoriais recorrentes, como a hipersensibilidade auditiva ou a hipersensibilidade táctil. De igual modo, apresentariam um padrão de comportamento peculiar, destacando-se:

- Chegam ao mundo com sentimento de realeza e a curto tempo se comportam como tal;
- Têm a sensação de ter uma tarefa específica no mundo, e se surpreendem quando os outros não a partilham;
- Têm problemas de valorização pessoal e a curto prazo dizem a seus pais quem são;
- Custa-lhes aceitar a autoridade que não oferece explicação nem alternativa;
- Sentem-se frustrados com os sistemas ritualistas que não requerem um pensamento criativo;
- A curto tempo encontram formas melhores de fazer as coisas, tanto em casa como na escola;
- Parecem ser anti-sociais, a menos que se encontrem com pessoas como eles;
- Não reagem pela disciplina da culpa;
- Questionam frequentemente os dogmas religiosos, não os aceitando naturalmente como tradição familiar;
- Não são tímidos para manifestar as suas necessidades.



TIPOS DE CRIANÇAS ÍNDIGO:

Humanistas - muito sociais, conversam com toda a gente e fazem amizades com muita facilidade. São desastrados e hiperactivos. Não conseguem brincar só com um brinquedo, gostam de espalhá-los pelo quarto, embora às vezes não peguem na maioria. Distraem-se com muita facilidade. Por exemplo: se começam a arrumar o quarto e encontram um livro, nunca mais se lembram de acabar as arrumações. Como profissões, escolherão ser médicos, advogados, professores, vendedores, executivos e políticos. Trabalharão para servir as massas e, claro, actuarão sempre activamente.

Conceptuais - estão muito mais voltados para projectos do que para pessoas. Assumem uma postura controladora. Se os pais não estiverem pelos ajustes e não permitirem esse controlo, eles vão à luta. Tem tendência para outras inclinações, sobretudo drogas quando da puberdade, caso se sintam rejeitados ou incompreendidos. Daí a redobrada atenção por parte de pais e educadores em relação aos seus padrões de comportamento. No futuro poderão ser engenheiros, arquitectos, pilotos, projectistas, astronautas e oficiais militares.

Artistas - são criativos em qualquer área a que se dediquem, podendo, inclusive, vir a ser investigadores, músicos ou actores altamente conceituados. Entre os 4 a 10 anos poderão vir a interessar-se por até 15 diferentes áreas do conhecimento (ou instrumentos musicais, por exemplo), largando uma e iniciando outra. Quando atingirem a puberdade, aí sim, escolherão uma área definitivamente. Poderão ser futuros professores e artistas.

Interdimensionais - entre os seus 1 e 2 anos os pais não podem tentar ensinar-lhes nada, pois eles responderão que já sabem e que podem fazer sozinhos. Normalmente, porque são maiores que os outros tipos de índigos, mostram-se mais corajosos ainda e por isso não se enquadram nos outros padrões.
Desta forma, os estudiosos do assunto acreditam que estas crianças seriam as responsáveis pela introdução de novas filosofias ou espiritualidade no mundo.



Segundo o site Artigonal a criança índigo matriculada em escolas convencionais torna-se praticamente insuportávels. Depois de diagnosticada, seus responsáveis devem impedir a todo custo submetê-la ao imediatismo das drogas de obediência, onde seu cérebro carregado de substâncias químicas fica acessível, mas ela vai perder a espontaneidade e mais tarde na adolescência certamente derrapará na drogadição por necessidade.



Apesar de parecer um pouco utópico, me identifiquei absurdamente com tudo que estou lendo e ainda nem cheguei a 20ª página do livro. Estou encantada por me sentir descrita naquele livro, sinto como se fosse possível sentir que sou normal, nunca igual aos demais, mas um pouco menos incomum.

Paz no coração. Estou bem agora. Matriculei-me em vários cursos e vou fazer mais uma faculdade e disciplinas como aluna especial no Mestrado. Me sinto em plenitude, equilíbrio e sensatez.

2 comentários:

Srtª Vihh disse...

Oieeeeeeeeee
quanto tempo flor, que eu não lia um post seu!
*0*
mas bem, vc apareceu e fiquei feliz!
gostei do seu post, interessante!
realmente há livros que deixam parte de si em nós.
nos marcam ou servem para nos fazer pensar!
bjOus

Gàbsi Antonelli disse...

Amora minha, ainda bem que vc lembrou que eu ainda existo!!!

♥♥♥♥♥